sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

O médico e o monstro


Animação criada pelo meu amigo Jakes Lano.


domingo, 13 de novembro de 2011

Amore anima Mea



Ter você comigo me deixa feliz. Saber que é nos
seus braços que me sinto seguro... 
Saber que ao seu lado sempre serei eu...
Saber que as diferenças nos completa. 
Sou um homem de sorte. 
Melhor! 
Fui abençoado por você ter aparecido em minha vida.
Você é quem me encanta, é a canção que embala meus dias. 
Você é a flor que nasceu no meu coração. 
Sei que não posso ser o melhor, mas o meu melhor sempre te darei.

Sou simples, sou sonhador, sou apaixonado. 


Sou simples, pois seu
amor é o que basta pra mim.
Sou sonhador, pois
sonho que meu sonho com você se torne real.
Sou apaixonado, pois
sei que a paixão me ensina a te amar.
Sou o que sou, e sempre
serei com você. 










(Alisson F. Barros)

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Real


O sonho se torna Real.

A vida conspira a favor.

O Amor que se revela numa flor.

O sorriso é a amostra da beleza

Os olhos são como farol, guia o perdido.

Rebecca, 

A flor revelada

O sorriso encantador
Os olhos que guiam 


                        
                                     (Alisson F. Barros)

terça-feira, 7 de junho de 2011

Dia de Fúria





  
Vejo carros parados quilometricamente. Vejo uma cidade agitadíssima, uma multidão em pura e simples fúria. A loucura toma conta das pessoas, como se fosse uma sanguessuga que drena toda a virtude que antes havia nelas. A insanidade se torna amiga intima de homens e de mulheres.


Crianças choram! Crianças Correm!


Ora! É possível ouvir gritos terríveis. Gritos pavorosos são dados por um numero infindável de pessoas! Ninguém sabe o que se deve fazer. Questionamento e perguntas passam pela mente das pessoas em frações de segundos, que nem dão tempo de pensar em nada coerentemente a respeito.


...O amanhã comum e igual a qualquer dia, não serão mais possíveis de se ver. O caos se apodera e domina a cidade completamente. As paisagens que dantes eram esplendorosas e majestosas, agora, só nos mostram a sombra que um dia a cidade foi. Destruição! É, é essa a palavra que pode definir o que poderia ser chamada de cidade.


Chamas! Explosões!


Carros batidos. Carros capotados. Carros em chamas. O fogo toma conta dos prédios, das casas, das ruas. O fogo engole as pessoas com sua bocarra ardente e voraz.


Corpos! Sangue!


Não é preciso olhar com atenção. Não é preciso ter bons olhos. Basta abrir os globos oculares e verás:


Cabeças! Braços e pernas!


Em toda a parte é notável; pedaços de corpos, corpos mutilados. O sangue tinge as paredes como formas abstratas, mas essa arte é mais que real, e trás consigo a marca e a arte da morte.


Vejo corpos mortos de pessoas abraçadas traspassados por uma barra de ferro bem no meio do estômago. Cabeças penduradas em arames, em ferros, e em estacas de madeira tal qual é espetados as carnes para churrasco. É isso mesmo o que está acontecendo? Uma cena de horror? Um quadro de puro terror vai sendo pintado; corpos esquartejados e guilhotinados. Cérebros espalhados pelo chão misturados com sangue, vezes e urina de seres humanos que se esbarraram diante desse quadro inimaginável de terror. Os cérebros espalhados parecem pastas de amendoim, jogados em vários lugares do asfalto.


Corpos de crianças abertos, violados e expostos aos céus que se fecharam, as nuvens de luto encobriram o sol, transmutado o dia, fazendo-o torna-se noite.


Os humanos tiveram um dia de fúria. Todos da cidade enlouqueceram. Não se lembram se são se já foram, ou, se te fato são o que na verdade são, humanos! A carnificina apossou-se dos seus corações, e a morte se alegrou com eles. A dor ficou felicíssima! O terror apaixonou-se ardentemente. A loucura dominou suas cabeças. E o caos os abraçou, todos em seu manto de destruição e desordem.


A cidade com seus congestionamentos infernais. A cidade com seus problemas extremamente individuais. A cidade que não olhava para se mesma, e tão pouco para os outros. A cidade egoísta, individual e indiferente não aguentou mais. Chegou ao seu limite. O sistema-de-insuficiência-humana, o alarme-de-decadência-humana, o fio-de-iniquidade-humana rompeu-se e foi para o espaço. Uma cidade que não se conhecia de verdade se voltou contra si mesma. E assim foi... Um dia de Fúria aconteceu.


(Alisson Faustino Barros)
By: Alisson Linx

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Ardor

Remover formatação da seleção

Boa noite caros amigos! Venho hoje apresentar a todos vocês mais uma nova poesia, ou, na verdade, seria mais um poema narrando uma estória. Espero que curtam! Esse foi algo que escrevi baseado no Roland, do livro A Torre Negra. Quem já leu ou conhece vai entende mais sobre o poema escrito logo abaixo. Mas, não se preocupe que não conhece. Leiam. Identifiquem-se. Até a próxima!


















ARDOR
Remover formatação da seleção

Caminhos truculentos são minhas passadas!
Vias escorregadias são minhas escapadas.
Assim sou! Vagando como um Childe solitário,
Percorro estradas, desertos áridos e causticantes;
Pernoito em lugares inóspitos, sóbrios e
Em um frio que tenta congelar minhas entranhas.

Vou seguindo meu rumo entre vales e pântanos.
Solitário, desbravo o interior sem olhar para trás.
O escuro é meu guia? A escuridão me direciona?
Jamais! Sou guiado pelo fogo que arde em meu ser,
Fogo este que ainda são se extinguiu, chama que
Não deixarei morrer até chegar ao meu destino.


Estou na minha melhor forma física e mental
Os objetivos que tracei? Não os esquecerei!
Sei aonde devo chegar e como chegar.
Mesmo que para você pareça que eu esteja só!
Engana-se ao pensar assim! Pois lhe digo:
Eles estiveram ao meu lado todo o tempo.


O que espero com tão grande e árdua peregrinação?
A resposta para esse dilema não posso responder,
Porque ao fim ainda não cheguei! Ó caminho longo!
Ah! Grandes estradas, caminhos ainda irei trilhar.
Minha jornada está tão fresca que posso sentir
O perfume de tantas aventuras que estão porvir.

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A única coisa que sei no momento é que a jornada
Não é fácil! Espero não esmorecer no meio do caminho.
Ó alma minha! Ó corpo meu! Ó Espírito! Dar-me-ei
Força o bastante para suportar a peleja sem parar.
Posso vislumbrar bem ao longe, além dos montes.
O gosto que o fim trará ao meu coração viajante.

Oh sim! Posso ver e regozijar, pois o fim é próximo!
O fogo que há em meu coração me aquece mais
A chama que ainda não se extingui agora cresce...
...Cresce com uma rapidez de uma fornalha sem fim;
Minha alma pula de alegria, meu espírito grita!
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Meu corpo eufórico está com o fim.



Depois de caminhos truculentos e estradas áridas
O Childe solitário pode ver o fruto de seu esforço
Os meus olhos lacrimejam, a minha face alegra-se
Agora posso descansar... Entrego-lhe o fogo que
Não deixei morrer, a chama que não deixei apagar
A você quero presentear, em seu coração quero depositar.
Emfim... Chego Ao fim que esperava chegar!





(Alisson F. Barros)

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Nascer de novo..



Boa noite a todos!! Eu sei que tenho sido mui malcriado por não escrever com freqüência; No entanto trago mais uma poesia para os que gostam e os que não gostam também. espero que não me entendam de forma errada, no que diz respeito, como escrevo, pois é assim que consigo expressar o que sinto. Criticas são bem vindas. Elogios também. Agradeço a todos!! Gostaria de DEDICAR essa postagem para uma pessoal muito especial. Ela não me falou, mas sei que ela vai casar no fim desse ano. ...Então!! Parabéns Kissila.! Fico muito feliz pela sua felicidade. Que Deus te abençoe muito!! Muito sucesso para você!! Uma grande beijo. Obrigado por ter me ajudado quando mais precisei. Essa é uma das formas de te agradecer. Ainda há outras. Mas começo por aqui.






Sinto que minha vida, com o vento se vai.
Sinto que minhas forças, já não me sustentam mais.
Sinto a cada dia minha centelha de vida esvair-se.
Mal consigo respirar!
Mal posso me mexer!
Vejo! Vejo que minhas vistas não têm mais o seu brilho ocular.
O frio? O frio em seus braços gélidos me envolve carinhosamente.
Nascer de novo...
...Sair do poço que me suga para a escuridão sem fim.
Nascer de novo...
...Erguer meus olhos e ver que, ainda, minha vida não acabou.
Nascer de novo...
...Levantar do chão, deixar o abismo para trás.
Morrer...
Morrer...
Ser resgatado do vale negro, do submundo dos sentimentos.
Nascer de novo.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Quem Sou Eu?


Enfim o um novo ano começa! Um novo ano se inicia. E como ele tudo outra vez toma partida. Desejo a todos que esse novo ano possa  conquistar o que buscam. Possamos lutar pelo o que acreditamos. Então vamos à luta! Vamos à guerra. E que vença os que não desistirem. Deixo aqui para vocês uma redação que fiz. Que ela possa trazer uma reflexão do que somos e quem somos nós. Boa leitura! Não deixem de sonhar!





Quem sou eu? Será que verdadeiramente sabemos quem somos? Será que sei o que sou, e quem de fato sou? O que posso vir a ser e o que posso vir a me tornar. Perguntas, questionamentos, devaneios e duvidas. Conhecer a mim mesmo e saber mais o que sou e o que devo ser. Em minha caminhada, todos os questionamentos possíveis e impossíveis são a mim são colocados, postos e mostrados todos os dias. A cada dia, a cada momento, e em todas as circunstâncias a vida nos mostra que devemos parar; pensar, refletir e dialogar sobre quem somos e o que somos.

Falar apenas sobre quem sou eu, seria a meu ver, muita pretensão. Falar sobre quem você é ou o que é você, não é uma tarefa das mais fáceis. Contudo, por que não falar de uma forma mais ampla; quem somos nós? Na verdade, o que sabemos sobre nós mesmos. O que entendemos e vemos em nós e sobre nós. Sendo nós humanos. Homens e mulheres que fazem e colaboram para a formação da vida em sociedade. Humanos esses, que são falhos, mesquinhos, invejosos, maliciosos, ambiciosos, maldosos, caluniadores, briguentos, soberbos, maquiavélicos e tantos outros adjetivos que em uma folha não seria capaz de suportar estas descrições, poderíamos dizer, negativas sobre o ser humano.

No entanto, mesmo o ser humano sendo e tendo tantos defeitos, nós somos, temos qualidades como; amor, fraternidade, igualdade, compaixão, misericórdia, dignidade, valor, amizade e tantas outras qualidades que nos fazem transcender às nossas falhas e defeitos naturais do homem. Eu, como ser humano que sou não estou fora de tudo isso! Faço parte e estou inserido em todos os defeitos e qualidades do ser humano. Mesmo sendo em pouca o grande quantidade.

Sabendo que faço parte, que e sou um ser humano tanto quanto outro qualquer, e que não estou fora de ser e ter defeitos e qualidades (penso) que agora posso, ao menos um pouco, dizer em poucas palavras quem sou eu. O que sei, é que sou um simples ser humano que espera uma vida melhor, que sonha e que tem objetivos. Um ser humano que acredita que nós, mesmo falhos, podemos mudar. Que acredita nas pessoas e em mim mesmo. Sou um jovem sonhador, que acredita em um novo amanhã. Quem sou eu? Sou apenas mais um que espera conquistar o meu espaço. Sou aquele que busca conhecer que verdadeiramente sou. Pois, hoje, posso dizer que sou eu. Mas, no futuro isso, ainda, eu não sei!
Alisson F. Barros